Posts Tagged ‘Reciclagem’

Robôs reciclados


2010
08.18


rusto-air


chef Julia the robot

Veja que idéia bacana para ensinar a reciclagem para crianças! O artista estadunidense Lockwasher utiliza materiais reciclados para construir esculturas dos mais variados tipos de robô.

Quer construir seu próprio robô? O Indestructables ensina como!

Veja mais no Flickr ou em seu site oficial.

Guardanapos de papel ou pano?


2010
08.16

O que é mais sustentável? Usar guardanapos de papel ou de pano? O blog Ecodesenvolvimento traz a resposta:

  • Os guardanapos de papel são descartáveis, ou seja, geram muito lixo. Além disso, para produzir cada um deles é necessário celulose (o que significa derrubar árvores), água, energia elétrica e outras matérias-primas. Por isso, prefira os guardanapos de pano, que podem ser reutilizado diversas vezes.
  • Os guardanapos de papel só são vantajosos do ponto de vista ambiental se forem recicláveis e com matéria-prima de reflorestamento, já que os de pano também consomem diversos produtos químicos em sua lavagem, além de água e energia elétrica.

Aproveito para complementar: mesmo que o papel seja reciclável – e biodegradável – isso não quer dizer que ele será enviado para a reciclagem. Na grande maioria dos casos, ele será descartado como lixo orgânico. Por isso, dê preferência para os guardanapos de pano sempre que puder – especialmente, donos de estabelecimentos.

Na lanchonete, pegue somente o necessário – ainda que os dispensadores do Mc Donald’s sejam um convite para se “encher a mão”. ;)

Nokia recicla celulares em promoção


2010
07.20

A Nokia, em parceria com o Grupo Pão de Açúcar, criou a promoção Troca com Troco. O funcionamento é simples: os consumidores podem levar seus celulares usados às lojas participantes e trocá-los por vales-desconto. Celulares Nokia dão descontos de R$ 30,00, e de outras marcas, R$ 15,00.

Os celulares entregues nas lojas serão reciclados. No site da promoção, também é possível calcular quantos kg de CO2 é possível “tirar” da atmosfera se você e cada um de seus seguidores do Twitter reciclar 1 aparelho. No caso do Mude o Mundo, tiraríamos 9 carros de circulação por 1 dia. Já é alguma coisa, não? ;)

Recicle seu iPhone 3Gs


2010
07.16

Antes, isso chegava a surpreender e rendia horas de conversa sobre “como as coisas hoje mudam rápido”. Agora, antes de terminarmos a frase outra inovação tecnológica surge e a anterior se torna completamente obsoleta.

Pessoas do mundo todo estão alucinadas atrás do iPhone 4. Eu, sendo um grande admirador da Apple, reconheço que os novos features são tentadores, mas não vejo a menor necessidade de trocar de aparelho agora. As capacidades do iPhone 3GS (lançado há um ano!) mal começaram a ser exploradas, ou seja, só pretendo trocar mesmo quando o danado caducar de verdade.

Entretanto, se você é um dos apressadinhos, siga as nossas dicas, e que seu iPhone 3GS tenha um final de vida tranquilo!

DICAS MUDE O MUNDO: O QUE FAZER COM UM IPHONE “ANTIGO”

  • Quebrou? Não jogue fora! Se você mora nos EUA, pode levá-lo para reciclagem (bem como qualquer produto da Apple) em uma Apple Store, ou enviá-lo gratuitamente pelo correio. Saiba como aqui. No Estado de SP, você pode utilizar o E-Lixo Maps e encontrar o posto de reciclagem de eletrônicos mais próximo de sua casa.
  • Ainda nos EUA, várias instituições como a Wireless Foundation recebem e redistribuem eletrônicos para instituições de caridade. A Phones for Haiti é uma iniciativa da ReCellular com a Cruz Vermelha, que recebe aparelhos do mundo todo e os utiliza na reconstrução do Haiti.
  • No Brasil, tanto a Claro, quanto a Vivo e a TIM recebem aparelhos (bem como baterias e carregadores) para reciclagem em suas lojas.
  • Você ainda pode transformá-lo num livro, num iPod, controle remoto, etc, seguindo essas dicas da Wired.
  • Ele ainda pode virar um scanner de documentos, seguindo essas dicas do Indestructables, que também servem para qualquer câmera digital.

As lições do “Cala boca Galvão”


2010
06.15

O assunto “Cala a Boca Galvão”, já velho em tempos de twitter, continua repercutindo no mundo inteiro, e ganhou as páginas do El País e do The New York Times. Por um lado, temos uma parcela da população rindo da brincadeira, enquanto do outro, questiona-se o quanto o nosso país (e o mundo!) mudariam se todos nos engajássemos com o mesmo afinco para assuntos mais sérios.

Mas não há razão para ranhetismo. O fenômeno “Cala boca Galvão” não foi apenas produto do bom-humor (levado aos extremos, é verdade) da twitosfera brasileira, mas também fórmula feita que pegou direitinho os bem-intencionados não-falantes do português. Muita gente ri dos “gringos” agora, sem saber que cai na mesma brincadeira todos os dias.

Na TV, carros andam ao som de uma voz suave enquanto soltam flores por uma cidade colorida e desenhada à mão. Bancos estão preocupados com a nossa felicidade, empresas de fundo de quintal fazem produtos de qualidade duvidosa, embalados em frases feitas que sempre terminam com “a natureza agradece”. Executivos ripongas falam de sua “missão” e “valores” em powerpoint, enquanto exploram seus empregados antes de sair pela cidade em suas SUVs.

Se o seu banco prega a sustentabilidade, e te envia pelo correio extratos e talões de cheque em papel reciclado, ele já está fazendo tudo errado. Qualquer um que diz que é “100% sustentável, limpo” ou o que for, está mentindo, pois é absolutamente impossível viver numa cidade humana sem deixar rastro. Da água tratada que tomamos à luz que utilizamos, tudo tem sem impacto ambiental. Qualquer produto, ainda que orgânico, que venha numa embalagem, ainda que reciclável, precisa de transporte e armazenamento.

Isso não quer dizer que estamos num beco sem saída. Dentre tantos oportunistas, há sempre os que querem colaborar verdadeiramente, e o discernimento do público é sua arma mais importante. Por isso, questione, pesquise, tuite, cheque os balanços das empresas ou o preço que elas pagaram para ter aquela página na revista, dizendo quantas árvores foram plantaras. Você verá que o engajamento ambiental é um argumento muitas vezes tão vazio (e eficaz) quanto o “Cala boca Galvão”. Mas nem de longe é tão engraçado.

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