Archive for the ‘Animais’ Category

Bazar de Natal Vegan


2007
12.07

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Será realizado no próximo domingo, dia 09 em SP o segundo Bazar de Natal Veganas. ONGs, grupos de proteção ambiental e animal oferecerão toda a sorte de produtos, de DVDs a animais para adoção, além de cosméticos e praça de alimentação vegan. Não perca!

Serviço:
Segundo Bazar de Natal Veganas
Data:
Dia 09/12 das 9h00 às 19h00
Local: Rua Condessa de São Joaquim, 215  (Metrô São Joaquim)
Próximo ao centro de São Paulo, Avenida 23 de Maio, Avenida Brigadeiro Luís Antônio e Avenida Paulista.
Entrada Franca
Mais informações: Veganas.blogspot.com

Adote um bicho!


2007
04.17

Ainda hoje, tem gente que compra animais de estimação em petshops ou feiras de animais, sem saber que com isso estão subsidiando a morte de vários outros animais abandonados pelos seus donos e pegos pela carrocinha. Alguns dados alarmantes:

  • 200 animais são entregues diariamente pelos próprios donos ou apreendidos pela carrocinha.
  • 30% dos animais abandonados em São Paulo são animais de raça que os próprios donos abandonam.

O destino dos animais é sempre o mesmo. A morte nas carrocinhas, doenças, fome ou por atropelamento. Quer um bicho de estimação? Maravilha. Mas não compre, adote. O site Adote um Bicho traz fóruns de discussão e dicas para quem quer partilhar um pouco do seu amor com os animais sem causar a morte de outros.

Inteligência Animal


2007
03.20

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Um dos maiores absurdos ensinados às crianças é o conceito de animal “irracional”, que reduz os animais a criaturas sem memória, sem cultura, sem capacidade de aprender. Simples bestas sem mente cujo único propósito é servir e alimentar à raça humana.

Todos os anos, biólogos do mundo inteiro divulgam pesquisas que contestam a tese, e sugerem que os animais são dotados de capacidades ainda que rudimentares, de adquirir e também de transmitir conhecimento. Nem é preciso ir muito longe, qualquer um que tem um cachorro ou um gato sabe da capacidade dos animais de interpretar estímulos verbais, físicos e até mesmo meta-físicos, como por exemplo saber com minutos de antecedência que o dono está chegando em casa. Esses comportamentos vão muito além do simples condicionamento, e são nada menos que um diferente tipo de inteligência.

Os macacos-prego são conhecidos pela sua capacidade de aprender a usar ferramentas – como pedras – para abrir cocos. Testes da capacidade intelectual dos chipanzés mostram que eles são capazes não só de aprender palavras mas também organizá-las em frases de até quatro palavras.

Polvos são capazes de memorizar caminhos em labirintos, abrir potes, quebrar garrafas de vidro para obter seu conteúdo, entre outros. Sua percepção sensorial é tão avançada que em diversos países como os EUA, é proibido realizar experiências com os moluscos sem a aplicação de anestesia.

Focas ensinam os filhotes a abrir mexilhões utilizando pedras. Golfinhos emitem sons específicos quando encontram com seus “conhecidos”, o que sugere que eles têm a capacidade de dar e atender por nomes.

Abelhas e formigas transmitem com precisão a localização de comida aos outros membros de sua colônia. Protegem com voracidade os seus e sabem distinguir aqueles que pertencem a outras comunidades.

Porcos e vacas choram ao ir para o matadouro ou quando ouvem um de seus companheiros ser sacrificado.

Os céticos argumentam que esses comportamentos são puramente instintivos. Que o que os biólogos começam a chamar de inteligência e cultura animais não passam de equívocos irrelevantes quanto à posição inferior dos animais no planeta. Que os quase 22 bilhões (mais de 3 vezes e meia a população humana) de suínos, bovinos e aves criados pela pecuária servem exclusivamente para a nossa alimentação, e não têm direito à vida ou à liberdade.

O consenso é quase impossível, pois existem argumentos culturais, filosóficos, religiosos, científicos e morais pesando em todos os aspectos da questão. Mas todos sabemos que, no final, o que conta mesmo é a opinião que cada um chega após refletir sobre a lógica e, principalmente, ouvir o coração.

O que o seu lhe diz?


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